domingo, 31 de outubro de 2010

relatos



Eu não entendo como se pode ter relações superficiais
So toco superfície,nunca fui até o fundo
O fundo de tudo, o fundo da alma
O sentido das coisas
E as coisas que fazem sentido
Pelo menos pra mim o real sentido
Porque as pessoas insistem em não sentir
O simples ato de sentir, é tão difícil?
É tão difícil ser eu mesma,
Porque partindo da idéia de que sendo eu mesma eu vejo um mundo todo diferente da maioria
Por ser tão sensível á qualquer ação
Por ser tão sentimento
Eu sou assim,intensa em qualquer coisa que me faça enxergar e viver sinceramente
E vejo você tão alheio a essas pequenas dádivas da vida,
Dádivas consideradas por mim
Que por tanto rachaduras aparecem no nosso teto de vidro
No nosso recém teto

Ausente de paixão,
Aquela que move os casais recém formados
Aquela que te faz querer estar junto todo instante
Aquela que é boba e irresistível...
É como se a realidade fosse mais honesta do que o que nos une
E o que nos une?
Eu tento mergulhar até o fundo e não enxergo nada
É tudo tão escuro e turvo
É tudo tão metódico que a graça que deveria conter nunca existiu.

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