sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Costumes,amores,paixão




Os costumes da solidão
Os costumes da companhia
O tão contraditório sentimento
A paixão
A dúvida da paixão
Não do outro,mas do seu próprio
Como pode um querer tão introspectivo;
Quando se tinha vontade de gritar a todo instante?
Até quando vais permanecer do meu lado?
Até quando tua paixão vai resistir aos meus desencantos?
Totalmente responsável pelo teu afeto,me calo.

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Tantas perguntas do amanhã
Tanta incerteza nessa vida mal vivida

Aparece na rádio aquela música
Lembrando tudo que passou
Do que ficou em nós
Mais em mim,talvez
A vida tem disso,de olhar pra trás vez por outra
olhar pra frente
olhar pra você
Não dói
E é por não doer que eu não vou até o fundo.

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Eu não quero o seu amor
Eu não quero a calmaria da segurança
Segurança fajuta
Eu quero tua paixão todos os dias
Até o ultimo,até a passagem
Do instinto pro esteio
Da paixão pro amor

Foram tantos amores e nenhuma paixão
Ter vivido só de amores foi o que feriu mais

Uma vez Ele me perguntou: pode-se morrer de paixão?
Respondi: Claro!
Ele: Não,só se pode morrer de amor
Sem hesitar,falo: Não, a paixão é devastadora,intensa,única...o amor não.

Quando for amor,meu amor
Foge
Não quero o teu amor.